<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="http://www.praticasbci.ufscar.br/tematres/tematresG1/">Crianças Pankararu</topic></authority><related type="other"><topic>EDUCAÇÃO</topic></related><related type="other"><topic>Infância na fotografia e mídia</topic></related><related type="other"><topic>Resistencia indígena</topic></related><related type="other"><topic>Vivência comunitária/ afeto coletivo</topic></related><related type="other"><topic>Identidade desde a infância</topic></related><related type="other"><topic>Praiá</topic></related><related type="broader"><topic>CRIANÇAS</topic></related> <note xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;Crianças Pankararu são vistas como parte central de sua comunidade, com um forte senso de coletividade e afeto. Sua criação é influenciada por tradições culturais, rituais como o &quot;menino do rancho&quot; e rituais de cura, e pela participação da comunidade em seu desenvolvimento. Apesar de terem enfrentado discriminação e marginalização histórica, as crianças Pankararu, assim como o povo em geral, demonstram resiliência cultural, visibilidade e orgulho de sua identidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note></mads>