<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">Pankararu</dc:title><dc:identifier>http://www.praticasbci.ufscar.br/tematres/tematresG1/skos/24</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">DCI</dc:publisher><dcterms:created>2025-11-12 19:47:11</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://www.praticasbci.ufscar.br:443/tematres/tematresG1/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Tematres G1</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">Os Pankararús habitam a região do Sertão de Itaparica, abrangendo os municípios de Petrolândia, Jatobá e Tacaratú. A etnia é conhecida pela forte atuação de lideranças femininas, como a cacica Hilda e a líder Elisa Pankararú. Hoje são mais der 7,5 mil pessoas, organizados em diversas aldeias nas TIs Pankararú e Entre Serras, cada uma com dois caciques. Ainda enfrentam problemas como a entrusão de suas terras, e outros como a transposição do Rio São Francisco, as construções de barragens, como a de Itaparica, que resultou na inundação de parte das suas terras originais, além da ameaça da construção de uma usina nuclear no município de Itacuruba. Os praias são grande referência das tradições e religiosidade desse povo.</span></p> ]]> </dc:description></metadata>